Sonhando para o sucesso

14 07 2009

Publicaram ontem no HSM um artigo muito interessante sobre o sonho e as metas. Vejamos na íntegra:

Sonhando para o sucesso
“As pessoas sonhadoras são melhores sucedidas que as que não ligam muito para eles”.
Você tem sonhos regulares? Cuida deles como cuida de sua saúde? Saiba que pessoas sonhadoras são melhores sucedidas que as que não ligam muito para eles.
Os nossos sonhos são as lentes pelas quais enxergamos o futuro. É mantendo o foco nele que construímos a nossa vida. O prêmio dos sonhadores é, quase sempre, o sucesso e já os que não sonham, é invariavelmente a dura realidade de uma vida cheia de atropelos.
Os sonhos nos ajudam a construir e manter o foco nos objetivos aos quais, sem eles, dificilmente chegaremos ao triunfo e conquistaremos aquilo que tanto desejamos. Saiba que não basta sonhar e cruzar os braços a espera de milagres. Para transformá-los em realidade, precisamos trabalhar duro continuamente, de forma inteligente, direcionada e disciplinada. Caso contrário, os sonhos fugirão por entre os dedos assim como água ou areia.
Dê passos concretos, e aja com persistência em direção àquilo que mais deseja. Tenha em mente que os sonhos servem para dizer-lhe para onde devemos ir, já as metas nos mostra como chegaremos lá. O ilustre Zig Ziglar ressalta: “Seja disciplinado em fazer as coisas que você tem de fazê-las quando você precisa fazê-las, e um dia verá o quanto você será capaz de fazer as coisas que você quer fazer quando você deseja fazê-las!”
Não fique a vida toda esperando que o sonho caia do céu. É preciso decidirmos o que mais desejamos da vida e concentrarmos todas as nossas energias para obtê-la. Se é de sonhos que estamos falando, não há razão para almejarmos coisas pequenas. Não tenha medo de ousar e pensar grande para ser grande. Sonhadores ilustres não se contentam com a mediocridade. Eles nunca sonham pela metade e jamais deixam de focarem metas ousadas.
Mas se você não materializou ainda o seu sonho, não se preocupe tanto, nem o abandone tão facilmente, pois pode ser apenas um teste para saber se está pronto para obtê-lo. Tenha muita fé, mantenha a sua mente concentrada nele, busque novos caminhos e logo constatará que, como em um passe de mágica, ele iluminará sua vida. A sabedoria popular ensina que “A preocupação olha em volta, a tristeza olha para trás, a fé olha para cima”.
Lembre-se sempre, do que dizia Chico Xavier: “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.
Evaldo Costa (escritor, consultor, conferencista e professor; autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”. Website: www.evaldocosta.com)



Remover Windows Messenger

13 07 2009

Quando instalamos o Windows XP, ganhamos um presente que nem sempre queremos, pois muito mais encomoda do que ajuda. Trata-se do Windows Messenger. Para removê-lo basta um simples comando no shell:

RunDll32 advpack.dll,LaunchINFSection %windir%\INF\msmsgs.inf,BLC.Remove

Fonte: torradeira.net



Pessoa errada

10 07 2009

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho:
Chega na hora certa, Fala as coisas certas, Faz as coisas certas.
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.

A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor.
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é prá na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira.

A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar; mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono, mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível.
Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado;
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você, vai estar o tempo todo pensando em você.

A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo. Porque a vida não é certa, nada aqui é certo.
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo:
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo!
E só assim é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: “Graças à Deus deu tudo certo”.
Quando na verdade, Tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada.
Para que as coisas comecem a realmente funcionar direito para a gente.

Nossa missão:
Compreender o universo de cada ser humano, respeitar as diferenças,
brindar as descobertas, buscar a evolução.
Quando a gente acha que tem todas as respostas,
vem a vida e muda todas as perguntas…



Eu aprendi

9 07 2009

Eu aprendi…
…que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo;
Eu aprendi…
…que ser gentil é mais importante do que estar certo;
Eu aprendi…
…que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma;
Eu aprendi…
…que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir juntos;
Eu aprendi…
…que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender;
Eu aprendi…
…que os passeios simples com meu pai em volta do quarteirão nas noites de verão quando eu era criança fizeram maravilhas para mim quando me tornei adulto;
Eu aprendi…
…que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos;
Eu aprendi…
…que dinheiro não compra “classe”;
Eu aprendi…
…que são os pequenos acontecimentos diários é que tornam a vida espetacular;
Eu aprendi…
…que debaixo da “casca grossa” existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada;
Eu aprendi…
…que Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa?
Eu aprendi…
…que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi…
…que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas está permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi…
…que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi…
…que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente do que eu;
Eu aprendi…
…que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso;
Eu aprendi…
…que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi…
…que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi…
…que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi…
…que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi…
…que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las;
Eu aprendi…
…que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência;
Eu aprendi…
…que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi…
…que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi…
…que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte;
Eu aprendi…
…que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

William Shaskeapeare



Papel higiênico

8 07 2009

Tarde da noite, o padre passa perto de um cemitério e leva o maior susto quando escuta:
- Hum, hum, hum!
O padre pára, reza um pai-nosso, faz o sinal da cruz, enche-se de coragem e pergunta:
- Do que é que essa pobre alma está precisando?
- Papel higiênico !!!



Adversidade

7 07 2009

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um “chef”, levou-a ate a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impaciente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela. Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou humildemente:
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida a água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.
- Qual deles é você? - ele perguntou a sua filha. Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?

E você?
Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua força?
Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável?
Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café.
Se você é como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores.
Como você lida com a adversidade?



A fábula do burro

6 07 2009

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.
O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.
A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

A vida vai te jogar muita terra nas costas. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima.
Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Recorde-se das 5 regras para ser feliz:
1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame-se mais e…aceite a terra que lhe jogam. Ela pode ser a solução, não o problema.



A cobra e o vagalume

3 07 2009

Era uma vez uma cobra que perseguia um vaga-lume que nada mais fazia do que simplesmente brilhar.
Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia, dois dias, mais outro e nada.
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
- Posso fazer três perguntas?, disse o vaga-lume.
- Pode. Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar, pode perguntar.
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Te fiz alguma coisa?
- Não.
- Então por que você quer me comer?
- Porque não suporto ver você brilhar.

Isso acontece conosco? Em nosso trabalho? Em nossa família? Em nosso grupo de amigos? Alguma vez fizemos o papel da cobra?



A Árvore generosa

2 07 2009

Era uma vez uma Árvore que amava um Menino. E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas. E com elas fazia coroas de rei. E com a Árvore, brincava de rei da floresta. Subia em seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos! Comia seus frutos. E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha. O Menino amava a Árvore profundamente. E a Árvore era feliz!
Mas o tempo passou e o Menino cresceu! Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:
- Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!
- Estou grande demais para brincar, o Menino respondeu. Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?
- Sinto muito, disse a Árvore, eu não tenho dinheiro. Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!
E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e levou-os embora. E a Árvore ficou feliz!
Mas o Menino sumiu por muito tempo… E a Árvore ficou tristonha outra vez.
Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu tamanha a sua alegria, e disse:
- Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz.
Estou muito ocupado pra subir em Árvores”, disse o menino. Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, pra isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa pra me oferecer?
- Eu não tenho casa, a Árvore disse. Mas corte meus galhos, faça a sua casa e seja feliz.
O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora pra fazer uma casa. E a Árvore ficou feliz!
O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.
- Venha, venha, meu Menino, sussurrou, Venha brincar!
- Estou velho para brincar, disse o Menino, e estou também muito triste.
- Eu quero um barco ligeiro que me leve pra bem longe. Você tem algum barquinho que possa me oferecer?
- Corte meu tronco e faça seu barco, a Árvore disse. Viaje pra longe e seja feliz!
O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou.
E a Árvore ficou feliz, mas não muito! Muito tempo depois, o Menino voltou.
- Desculpe, Menino, a Árvore disse, não tenho mais nada pra te oferecer. Os frutos já se foram.
- Meus dentes são fracos demais pra frutos, falou o Menino.
- Já se foram os galhos para você balançar, a Árvore disse.
- Já não tenho idade pra me balançar, falou o menino.
- Não tenho mais tronco pra você subir, a Árvore disse.
- Estou muito cansado e já não sei subir, falou o Menino.
- Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa pra lhe oferecer, suspirou a Árvore.
- Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe…
- Já não quero muita coisa”, disse o Menino, só um lugar sossegado onde possa me sentar, pois estou muito cansado.
- Pois bem, respondeu a Árvore, enchendo-se de alegria. Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil pra sentar e descansar. Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse.
Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!

A amizade é um sentimento que se leva para sempre… Essa frase vem a calhar bem em certa ocasião quando lembramos de coisas que nos aconteceram e que são para nós motivo de recordação.



A Verdade

1 07 2009

Certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para
que interpretasse o sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o sábio. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!
- Mas que insolente, gritou o sultão. Como se atreve a dizer tal coisa?!
Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho. E o outro sábio chegou e disse:
- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos
parentes!
A fisionomia do sultão se iluminou e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.
Quando este saía do palácio um cortesão perguntou ao sábio:
- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega. No entanto, ele levou chicotadas e você, moedas de ouro!
- Lembre-se sempre, amigo - respondeu o sábio, tudo depende da maneira de dizer as coisas … E esse é um dos
grandes desafios da humanidade. É daí que vem a felicidade ou a desgraça; a paz ou a guerra.
A verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida, mas a forma como ela é dita… é que faz a diferença. A
verdade deve ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém, pode ferir, provocando revolta. Mas se a envolvermos numa delicada embalagem e a oferecermos com ternura, certamente será aceita com mais facilidade.
Autor Desconhecido



Eu posso fazer mais que isso

30 06 2009

A mãe de 26 anos parou ao lado do leito de seu filhinho, que estava morrendo de leucemia. Embora o coração dela estive pleno de tristeza e angústia, ela também tinha um forte sentimento de determinação. Como qualquer outra mãe, ela gostaria que seu filho crescesse e realizasse seus sonhos. Agora, isso não seria mais possível, por causa da leucemia terminal.
Mas, mesmo assim, ela ainda queria que o sonho de seu filho se transformasse realidade. Ela tomou a mão de seu filho e perguntou:
“Billy, você alguma vez já pensou o que você gostaria de ser quando crescer? Você já sonhou o que gostaria de fazer com sua vida?”.
“Mamãe, eu sempre quis ser um bombeiro quando eu crescer.”
A mãe sorriu e disse:
“Vamos ver se podemos transformar esse sonho em realidade.”
Mais tarde, naquele mesmo dia, ela foi ao corpo de bombeiros local, na cidade de Phoenix, Arizona, onde se encontrou com um bombeiro de enorme coração, chamado Bob.
Ela explicou a situação de seu filho, seu último desejo e perguntou se seria possível dar ao seu filhinho de seis anos uma volta no carro dos bombeiros em torno do quarteirão.
O bombeiro Bob disse “Veja, NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO! Se você estiver com seu filho pronto às sete horas da manhã, na próxima quarta-feira, nós o faremos um bombeiro honorário por todo o dia. Ele poderá vir para o quartel, comer conosco, sair para atender as chamadas de incêndio!”.
“E se você nos der as medidas dele, nós conseguiremos um uniforme verdadeiro para ele, com chapeú, com o emblema de nosso batalhão, um casaco amarelo igual ao que vestimos e botas também. Eles são todos confeccionados aqui mesmo na cidade e conseguiremos eles rapidamente”.
Três dias depois, o bombeiro Bob pegou o garoto Billy, vestiu-o em seu uniforme de bombeiro e escoltou-o do leito do hospital até o caminhão dos bombeiros. Billy ficou sentado na parte de trás do caminhão, e foi levado até o quartel central.
Ele estava no céu.
Ocorreram três chamados naquele dia na cidade de Phoenix e Billy acompanhou todos os três. Em cada chamada ele foi em um veículo diferente: no caminhão tanque, na van dos paramédicos e até no carro especial do chefe do corpo de bombeiros. Ele também foi filmado pelo programa de televisão local.
Tendo seu sonho realizado, todo o amor e atenção que foram dispensadas a ele acabaram por tocar Billy tão profundamente que ele viveu três meses mais que todos os médicos haviam previsto.
Uma noite, todas as suas funções vitais começaram a cair dramaticamente e a enfermeira-chefe, que acreditava no conceito de que ninguém deveria morrer sozinho, começou a chamar ao hospital toda a família.
Então, ela lembrou do dia que Billy tinha passado como um bombeiro, e ligou para o chefe e perguntou se seria possível enviar algum bombeiro para o hospital naquele momento de passagem, para ficar com Billy.
O chefe dos bombeiros respondeu:
“NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO! Nós estaremos aí em cinco minutos. E faça-me um favor? Quando você ouvir as sirenes e ver as luzes de nossos carros, avise no sistema de som que não se trata de um incêndio. É apenas o corpo de bombeiros vindo visitar, mais uma vez, um de seus mais distintos integrantes. E você poderia abrir a janela do quarto dele? Obrigado!”.
Cinco minutos depois, uma van e um caminhão com escada Magirus chegaram no hospital, extenderam a escada até o andar onde estava Billy e 16 bombeiros subiram pela escada até o quarto de Billy. Com a permissão da mãe, eles o abraçaram e seguraram e falaram para ele o quanto eles o amavam.
Com um sopro final, Billy olhou para o chefe e perguntou:
“Chefe, eu sou mesmo um bombeiro?”
“Billy, você é um dos melhores”, disse o chefe.
Com estas palavras, Billy sorriu e fechou seus olhos pela última vez.

E você, diante do pedido de seus amigos, filhos e parentes, tem respondido “EU POSSO FAZER MAIS QUE ISSO!” Reflita se sua vida tem sido em serviço ao próximo, e tome uma decisão hoje mesmo.



O urso e a panela

29 06 2009

Certa vez um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira ardendo em brasas e dela tirou uma panela de comida, abraçou-a com toda a sua força e enfiou a cabeça dentro, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber que algo estava lhe atingindo. Na verdade, era o calor da panela: ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação. Então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele a apertava e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores voltaram, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a panela. O urso tinha tantas queimaduras pelo corpo que a panela colou nele. E, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Hehehe… Muitas vezes prendemos à nós tantas coisas que nos prejudicam ou atrapalham… tantos problemas… tantas pessoas… Esquecemos de olhar as propostas que nos surgem ao redor… Esquecemos que estamos em um mundo de mudanças, em um mundo de transformações. É a Lei de Darwin presente nos ambientes. Jamais esqueçamos de conhecer os ambientes e as pessoas para não fazermos o papel de urso faminto. Essa é uma lição!



Pedro e seu machado

26 06 2009

Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte! A madeireira precisou reduzir custos…
Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.
Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente. E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo de Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de “catadores de gravetos”. Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente. Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área do desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote…
Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de “madeira”, deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe. Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.
O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam…
O capataz que, apresar de sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. “Não sei”, respondeu Pedro, “nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo”. O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de “dentes” e sem o “fio de corte”, perguntou ao Pedro: “Por que você não afiou o machado?”. Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado. Quanto retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga: conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.

A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós - preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de “amolar o nosso machado”, ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros. Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.
Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos.
A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir. É o “perder tempo” para afiar o nosso machado.



Quem dobrou teu pára-quedas hoje?

25 06 2009

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão. Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?”
“Sim, como sabe?”, perguntou Plumb.
“Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?”
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
“Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.”
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro.”
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia: “Quem dobrou teu pára-quedas hoje?”.

Essa pergunta é muito boa; e a resposta deve ser melhor ainda. Sempre precisamos de alguém que nos ajude no dia-a-dia. Certa vez li que o ser humano é um ser sociável, logo precisa de outros para conserguir viver. Não podemos esquecer daqueles que nos cercam e que nos ajudam; daqueles que nada seríamos sem sua existência: amigos, colegas, paixões, alunos, professores, pais, irmãos… Sempre estiveram presentes compartilhando os momentos, compartilhando a vida, dobrando o nosso pára-quedas. E eu me pergunto: Quem dobrou o meu pára-quedas hoje? Quem dobrou o seu pára-quedas hoje?



Acreditar e agir

24 06 2009

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro agir.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.
O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.
- Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade: agir e acreditar.
Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos, é preciso também agir para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.
Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.
- Gandhi tinha uma meta: libertar seu povo do jugo inglês. Tinha também uma estratégia: a não violência. Sua autoconfiança foi tanta que atingiu a sua meta sem derramamento de sangue. Ele não só acreditou que era possível, mas também agiu com segurança.
- Madre Teresa também tinha uma meta: socorrer os pobres abandonados de Calcutá. Acreditou, agiu, e superou a meta inicial, socorrendo pobres do mundo inteiro.
- Albert Schweitzer traçou sua meta e chegou lá. Deixou o conforto da cidade grande e se embrenhou na selva da África francesa para atender os nativos, no mais completo anonimato.
Como estes, teríamos outros tantos exemplos de homens e mulheres que não só acreditaram, mas que tornaram realidade seus planos de felicidade e redenção particular.

E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs? Se o barco da sua autoconfiança está parado no meio do caminho ou andando em círculos, é hora de tomar uma decisão e impulsioná-lo com força e com vontade. Lembre que só você poderá acioná-lo utilizando-se dos dois remos: agir e acreditar.



Carnaval

23 06 2009

Você sabe o que quer dizer carnaval? No dialeto milanês carnevale significa “o tempo em que se tira o uso da carne”. A maior festa popular brasileira já acontecia desde a era cristã, na Itália. No início, era uma homenagem à Saturno, com referência também aos deuses Baco e Momo, da mitologia greco-romana. Durante a saturnália, acontecia uma aparente quebra de hierarquia da sociedade, já que escravos, filósofos e tribunos se misturavam em praça pública. No início da era cristã, por determinação da Igreja Católica, a festa, considerada mundana, passou a ser realizada antes da Quaresma. Os italianos, então, adotaram a palavra carnevale, simbolizando o hábito de extravasar os limites durante todo o período de festa.
Fonte: Desafio21



Por que a Data do Carnaval Muda Todo Ano?

22 06 2009

Ninguém sabe ao certo como o Carnaval surgiu, mas historiadores acreditam que sua origem remonta a celebrações ligadas à chegada da primavera na Europa, comemorada com festejos na Grécia e na Roma antigas. No ano 590 d.C., a Igreja Católica incorporou o Carnaval ao seu calendário, convencionando que a Quarta-Feira de Cinzas marca o início da Quaresma que vai até a Páscoa (ressurreição de Jesus Cristo). Por isso a data do Carnaval é móvel: ela é fixada pela data da Páscoa, que ocorre, por sua vez, todo ano, no domingo seguinte à primeira lua cheia depois do dia 21 de março (data do equinócio de primavera no Hemisfério Norte), que pode ser entre os dias 22 de março e 25 de abril. Definida a data do Domingo de Páscoa, é só contar 46 dias para trás e encontrar a Quarta-Feira de Cinzas, que pode ocorrer entre os dias 05 de fevereiro e 10 de março.
Uma dificuldade, apenas, para quem quiser descobrir sozinho o dia do próximo carnaval: como a data da lua cheia usada para o cálculo não é exatamente a real, embora bem aproximada, terá que consultar as tabelas eclesiásticas confeccionadas com base no que foi definido pelo Concílio de Nicéia (325 d.C.)
Fontes: Desafio21 e Desafio21



Vidro cheio

19 06 2009

Um professor de filosofia parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro. Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.
Eles concordaram que estava.
Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos jogou-os dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras. Ele então perguntou novamente se o vidro estava cheio.
Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!
Então o professor pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro preenchendo o restante.
- Agora - disse o Professor - eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida.
As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.
Os pedregulhos são as outras coisas que importam: o seu emprego, sua casa, seu carro.
A areia representa o resto. As coisas pequenas.
Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida.
Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam.
Estabeleçam suas prioridades.
O resto é só areia!



Três lições básicas de sobrevivência no trabalho

18 06 2009

Um urubu está pousado numa árvore não fazendo nada o dia todo. Um coelho viu o urubu e perguntou:
- Posso sentar como você e ficar fazendo nada o dia todo?
O urubu respondeu:
- Claro, por que não?
Assim, o coelho sentou-se embaixo da árvore e ficou descansando. Subitamente apareceu uma raposa que saltou sobre o coelho e o comeu.
MORAL DA HISTÓRIA: Para ficar sentado sem fazer nada, você precisa estar sentado muito, muito alto.

O peru estava batendo papo com o touro.
- Eu adoraria ser capaz de chegar ao topo daquela árvore - suspirou o peru. Mas não tenho força.
- Ora, por que você não come um pouco do meu esterco, replicou o touro. Ele tem muitos nutrientes.
O peru bicou um pedaço de esterco e verificou que realmente isso lhe dava a força necessária para chegar ao primeiro galho de árvore.
No dia seguinte, depois de comer mais uns bons nacos de esterco, ele chegou ao segundo galho. Finalmente depois de duas semanas, comendo esterco de boi, de búfalo, das zebras, etc.., ele estava orgulhosamente empoleirado no alto da árvore. Imediatamente foi visto por um fazendeiro que atirou nele.
MORAL DA HISTÓRIA: Qualquer bosta pode levar você ao topo, mas não manterá você lá.

Era uma vez um pardal cansado da vida. Um dia resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura. Voou até chegar numa região extremamente fria e foi ficando gelado até não poder mais voar e caiu na neve.
Uma vaca, vendo o pobre pardal naquela situação, resolveu ajudá-lo e cagou em cima dele.
Ao sentir-se aquecido e confortável, o pardal começou a cantar.
Um gato ouviu o seu canto e foi até lá, retirou-o da merda e o comeu.
MORAL DA HISTÓRIA: Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo. Nem sempre quem tira você da merda é seu amigo. Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda, conserve seu bico fechado!

Sem comentários!



Pessoas passam em nossas vidas

17 06 2009

Pessoas entram na sua vida por uma “Razão”, uma “Estação” ou uma “Vida Inteira”. Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.
Quando alguém está em sua vida por uma “Razão” é, geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou. Elas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente. Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são! Elas estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim. Às vezes, essas pessoas morrem. Às vezes, eles simplesmente vão. Às vezes, eles agem e te forçam a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidadas, nossos desejos preenchidos e o trabalho delas, feito. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.
Quando pessoas entram em nossas vidas por uma “Estação”, é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas, geralmente, te dão uma quantidade enorme de prazer… Acredite! É real! Mas somente por uma “Estação”.
Relacionamentos de uma “Vida Inteira” te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.

Você sabe porque as pessoas que conhece entraram em sua vida? A forma com que elas entraram diz alguma coisa?