Papel higiênico

8 07 2009

Tarde da noite, o padre passa perto de um cemitério e leva o maior susto quando escuta:
- Hum, hum, hum!
O padre pára, reza um pai-nosso, faz o sinal da cruz, enche-se de coragem e pergunta:
- Do que é que essa pobre alma está precisando?
- Papel higiênico !!!



Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso…

30 04 2009

Para quem acha difícil pronuncionar O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma, que tal pronunciar um texto com algumas palavrinhas a mais todas com a mesma letra inicial? Acham difícil? O pior é ter paciência para escrever tudo isso. Esse post é colaboração da Bibiana. Vejam:

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo…Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses .
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. -Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai , proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando… ‘ Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar..
Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.



Burro morto

23 04 2009

Um burro morreu bem em frente de uma Igreja e, como uma semana depois, o corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o Prefeito.
- Prefeito, tem um burro morto na frente da Igreja há quase uma semana!
E o Prefeito, grande adversário político do padre, alfinetou:
- Mas Padre, não é o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
- Sim, sou eu! Mas também é minha obrigação avisar os parentes!



Um para mim, um para você…

17 04 2009

Em uma cidadezinha do interior havia uma figueira carregada dentro do cemitério. Dois amigos decidiram entrar lá à noite quando não havia vigilância e pegar todos os figos.
Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o ‘prêmio’.
- Um pra mim, um pra você.
- Um pra mim, um pra você.
- Pô, você deixou esse dois caírem do lado de fora do muro!
- Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pega os outros.
- Então tá bom, mais um pra mim, um pra você.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de ‘um pra mim e um pra você’ e saiu correndo para a delegacia. Chegando lá, virou para o policial:
- Seu guarda, vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado!
- Juro que é verdade, vem comigo.
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar…
- Um para mim, um para você.
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois? Lá dentro, os dois amigos já estavam quase terminando.
- Um para mim, um para você. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro…



Texto sem a letra A? É possível sim.

25 03 2009

Esse textinho eu encontrei em alguma andança pela web (acho que foi no site do PB). O autor é desconhecido, mas como a própria fonte dizia “Sabendo quem é, dou-lhe o crédito, claro.”

Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.
Pode-se dizer tudo, com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr iníbio pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos.
Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo.
Brinque-se mesmo com tudo.
É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o “E” ou sem o “I” ou sem o “O” e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o “P”, “R” ou “F”, o que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.
Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos.
Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês.
Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.
Autor: Desconhecido.



Treinamento e aperfeiçoamento: “Morcegar” no trabalho…

24 03 2009

1. Nunca caminhe sem um documento nas mãos. Pessoas com documentos em uma das mãos parecem funcionários ocupadíssimos que se dirigem para reuniões importantes. As pessoas de mãos vazias parecem que estão se dirigindo para cantina. As pessoas com um jornal nas mãos parecem que estão se dirigindo para o banheiro. Sobretudo, leve algum material para casa, isso causa a falsa impressão de que você trabalha mais horas do que você costuma trabalhar.
2. Use o computador para parecer ocupado. Quando você usa um computador, parece que você está “trabalhando” para quem observa ocasionalmente. Você pode emitir e receber e-mail pessoal, ficar no bate papo ou ter uma explosão sem que isso tenha alguma coisa a ver com trabalho.
3. Mesa bagunçada. Quando sua mesa está bagunçada parece que você está trabalhando duramente. Construa pilhas enormes de documentos em torno de seu espaço de trabalho. Ao observador, o trabalho do ano passado parece o mesmo que o trabalho de hoje; é o volume que conta. Se você souber que alguém está vindo à sua sala, finja que está procurando algum papel.
4. O correio de voz. Nunca responda a seu telefone se você tiver o correio de voz. As pessoas não te ligam para te dar nada além de mais trabalho. Selecione todas suas chamadas através do correio de voz. Se alguém deixar uma mensagem do correio de voz para você e se for para trabalho, responda durante a hora do almoço quando você sabe que eles não estão lá.
5. Pareça impaciente e irritado. Você deve estar sempre parecendo impaciente e irritado, para dar ao seu chefe a impressão de que você está realmente ocupado.
6. Sempre vá embora tarde. Sempre deixe o escritório mais tarde, especialmente se o seu chefe estiver por perto. Sempre passe na frente da sala do seu chefe quando estiver indo embora. Emita e-mails importantes bem tarde (por exemplo 21:35, 6:00, etc.) e durante feriados e finais de semana.
7. Reclame sozinho. Fale sozinho quando tiver muita gente por perto, dando a impressão de que você está sob pressão extrema.
8. Estratégia de empilhamento. Empilhar documentos em cima da mesa não é o bastante. Ponha vários livros no chão. (os manuais grossos do computador são melhores ainda)
9. Construa um vocabulário. Procure no dicionário palavras difíceis. Construa frases e use-as quando estiver conversando com o seu chefe. Lembre-se: ele não tem que entender o que você diz, desde que o que você diga dê a entender de que você está certo.
10. O MAIS IMPORTANTE!!! Não envie isto ao seu chefe por engano.



Feira de Informática

20 03 2009

Numa recente (não tão recente assim) feira de informática (Comdex), Bill Gates fez uma infeliz comparação da indústria de computadores com a automobilística, declarando:
“Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente, tanto quanto a indústria de computadores evoluiu, estaríamos dirigindo carros que custariam 25 dólares e que fariam 1.000 milhas por galão (algo como 420km/l)”.
A General Motors, respondendo “na bucha”, divulgou o seguinte comentário:
Se a Microsoft fabricasse carros:
1. Toda vez que eles repintassem as linhas das estradas, você teria que comprar um carro novo.
2. Ocasionalmente, dirigindo a 100 km/h, seu carro morreria na auto-estrada sem nenhuma razão aparente, e você teria apenas que aceitar isso, sem compreender o porque! Depois, deveria religá-lo (desligando o carro, tirando a chave do contato, fechando o vidro, saindo do carro, fechando e trancando a porta, abrindo e entrando novamente. Em seguida, sentar-se no banco, abrir o vidro, colocar a chave no contato e ligar novamente). Depois, bastaria ir em frente.
3. Ocasionalmente a execução de uma manobra a esquerda poderia fazer com que seu carro parasse e falhasse. Você teria então que reinstalar o motor! Por alguma estranha razão, você aceitaria isso como “normal”.
4. O Linux faria um carro em parceria com a Apple, extremamente confiável. Cinco vezes mais rápido e dez vezes mais fácil de dirigir. Mas apenas poderia rodar em 5% das estradas.
5. Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina e bateria seriam substituídos por um simples “Falha Geral ou Defeito genérico” (permitindo que sua imaginação identifique o erro!).
6. Os novos assentos obrigariam todos a terem o mesmo tamanho de bunda.
7. Em um acidente, o sistema de air bag perguntaria: “Você tem certeza que quer usar o air bag?”.
8. No meio de uma descida pronunciada, quando você ligasse o ar-condicionado, o rádio e as luzes ao mesmo tempo, ao pisar no freio apareceria uma mensagem do tipo “Este carro realizou uma operação ilegal e será desligado!”.
9. Se desligasse o seu carro utilizando a chave, sem antes ter desligado o rádio ou o pisca-alerta, ao ligá-lo novamente, ele checaria todas as funções do carro durante meia hora, e ainda lhe daria uma bronca para não fazer isto novamente.
10. A cada novo lançamento de carro, você teria de reaprender a dirigir. Coisa fácil: voltaria à auto-escola para tirar uma nova carteira de motorista.
11. Para desligar o carro, você teria de apertar o botão “Iniciar”.
12. A única vantagem: Seus netos saberiam dirigir muito melhor do que você!



Telegrama de Natal

10 03 2009

O vigário anglicano e sua esposa viajaram para uma conferência e esqueceram de dar instruções para a confecção da faixa que devia enfeitar o salão para a festa de Natal. Imaginem o espanto da presidente da diretoria ao receber o telegrama: “Nasceu-nos um menino. Três metros de comprimento e um de largura.”



Paciência de mãe

9 03 2009

Num centro de compras lotado, um garoto, perdido, desesperado, vira-se para um dos seguranças e pergunta:
- Seu guarda, o senhor por acaso viu uma mulher passar por aqui, sem um garotinho como eu?



Avarento

6 03 2009

- O Juca é muito avarento!
- Em que te baseias para dizer isto dele?
- Muito simples! Lembras daquela confraternização de Natal que a turma fez? Era para cada um levar uma coisa: uns levaram refrigerante; outros, salgados; outros, doces…
- E o Juca?
- Levou um irmão…



Como nerds pedem pizza

27 02 2009

Gente comum pede pizza por telefone. Geeks usam o website da pizzaria (embora eu tenha pedido uma vez um lanche do Bob’s via Internet e até hoje não chegou). Geeks descolados usam o celular para acessar o site da pizzaria (o que é um belo exemplo de misantropia. Pombas, já está com o celular, liga, oras).

Mas nerds, nerds mesmo não vão usar algo tão… amigável quanto um site, html, navegadores. Eles usarão o… PIZZA PARTY!

Um programa GPL, de linha de comando que interfaceia o site da Domino’s, e permite que de seu console você peça uma pizza, com todos os refinamentos. Vejam a sintaxe:

pizza_party [-o|--onions] [-g|--green-peppers] [-m|--mushrooms] [-v|--olives] [-t|--tomatoes] [-h|--pineapple] [-x|--extra-cheese] [-d|--cheddar-cheese] [-p|--pepperoni] [-s|--sausage] [-w|--ham] [-b|--bacon] [-e|--ground-beef] [-c|--grilled-chicken] [-z|--anchovies] [-u|--extra-sauce] [-U|--user= username] [-P|--password= pasword] [-I|--input-file= input-file] [-V|--verbose] [-Q|--quiet] [-F|--force] [QUANTITY] [SIZE] [CRUST]

Também há um vídeo de demonstração no Tubo:

http://www.youtube.com/watch?v=x7pPajOvQGo

Sinceramente, essa é uma das coisas mais inúteis que já vi. Torna mais difícil algo que deveria ser simples, resolve um problema que não existe e dá um ar de falsa superioridade a quem fez e a quem usa.

Por isso mesmo eu gostei. Esse tipo de inventividade é a base da subcultura nerd, e é daí que saem os aprimoramentos. Fazer algo só porque precisa ser feito é fácil. Difícil é fazer algo para saber se DÁ para ser feito.

Quem vai estar resolvendo problemas e controlando as sondas que explorarão Europa não são os programadores 9-às-5 que só fazem folha de pagamento, e sim esses geeks que lembrarão de um livro obscuro de ficção científica, adaptarão uma idéia e salvarão a missão, enquanto pedem pizza. Via console.

Fonte: Meiobit



As 30 mentiras mais contadas

9 02 2009

Encontrei no blog da Gabriella Anderson as 30 mentiras mais contadas. Algumas são pura realidade, outras são um tanto cômicas:
ADVOGADO: - Esse processo é rápido.
AMBULANTE: - Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
ANFITRIÃO: - Já vai? Ainda é cedo!
ANIVERSARIANTE: - Presente? Sua presença é mais importante.
BÊBADO: - Sei perfeitamente o que estou dizendo.
CASAL SEM FILHOS: - Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
CORRETOR DE IMÓVEIS: - Em 6 meses colocarão água, luz e telefone.
DELEGADO: - Tomaremos providências.
DENTISTA: - Não vai doer nada.
DESILUDIDA: - Não quero mais saber de homem.
DEVEDOR: - Amanhã, sem falta!
ENCANADOR: - É muita pressão que vem da rua.
FILHA DE 17 ANOS: - Dormi na casa de uma colega.
FILHO DE 18 ANOS: - Antes das 11 estarei de volta.
GERENTE DE BANCO: - Temos as taxas mais baixas do mercado.
INIMIGO DO MORTO: - Era um bom sujeito.
JOGADOR DE FUTEBOL: - Vamos continuar trabalhando e forte.
LADRÃO: - Isso aqui foi um homem que me deu.
MECÂNICO: - É o carburador.
MUAMBEIRO: - Tem garantia de fábrica.
NAMORADA: - Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei.
NAMORADO: - Você foi a única mulher que eu realmente amei.
NOIVO: - Casaremos o mais breve possível!
ORADOR: - Apenas duas palavras…
POBRE: - Se eu fosse milionário espalhava dinheiro pra todo mundo.
RECÉM-CASADO: - Até que a morte nos separe.
SAPATEIRO: - Depois alarga no pé.
SOGRA: - Em briga de marido e mulher não me meto.
VAGABUNDO: - Há 3 anos que procuro trabalho mas não encontro.
VICIADO: - Essa vai ser a última.



O ciclo de vida de um projeto

14 01 2009

O Gerenciamento de Projetos hoje é uma disciplina interessante; diria eu que o mesmo é imprescindível. Para os conhecedores das teorias do PMI ou para quem já leu o PMBOK sabe do que estou falando. Agora, para quem quer rir um pouco, tenho um ciclo de vida interessante e um tanto cômico que vi no risada.com.

O ciclo de vida de um projeto
1. Entusiasmo
2. Desilusão
3. Pânico
4. Busca dos culpados
5. Punição dos inocentes
6. Honra e glória aos não participantes (no final quem não tem nada a ver com o projeto é que salva)
7. Os inocentes que não foram mandados embora assumem a manutenção do projeto



Língua Portuguesa

13 01 2009

Essa é profunda. Achei no blog do Pretinho Básico.

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:

Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:
A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua
pontuação. E isso faz toda a diferença.



59 GB

7 01 2009

Essa foi engraçada… Coletei de uma das minhas leituras pela internet… Acho que o cara tinha bebido ou fumado além da cota…

De repente, nossa sala é invadida por um colega da rede:
- Que arquivo é esse ‘resultado’ de 59 Giga?
Eu começo a dar um less nele… Parece um cat de uma porção de arquivos juntos… Até que um amigo meu se manifesta…
- Foi um ‘grep -ri’ que eu fiz.
- Pô, mas você procurava o quê?

servidor:/var/www# du -hc resultado
59G resultado
59G total