O pen drive ou A pen drive?

30 01 2009

Um amigo me perguntou recentemente se o correto seria dizer O pen drive ou A pen drive? Os seus professores universitários diziam A pen drive e ele já ouviu O pen drive e estava na dúvida. Bom, inicialmente minha graduação é tecnologia e não língua portuguesa, mas odeio os erros gritantes ao nosso idioma. Bom, fiz uma breve reflexão e concluí que era O pen drive por estarmos nos referindo a um dispositivo. Mas fiquei na dúvida, então parti para as pesquisas.

Inicialmente parti para a Wikipédia. Vejamos alguns termos que apontam para pen drive:

  • dispositivo de armazenamento
  • drive flash
  • memória flash
  • isqueiro
  • chaveiro
  • armazenamento não volátil
  • cartão de memória

Considerando a situação que não nos reduzimos a uma caneta, mas a um dispositivo de armazenamento que pode ser em formato de caixa, caneta, bloco, cilindo, etc, o melhor termo a que concluí (obviamente que em conjunto com outros colegas de profissão) é O PEN DRIVE.



Como chupar uma bala - A explicação de um ALGORITMO

29 01 2009

Muitas vezes em minha vida foi necessário explicar o que era um algoritmo. Nada melhor do que essa “figurinha” para explicar o que é um algoritmo. A primeira vez que ouvi falar nessa palavra (foi na aula do Cadinho) ele exemplificou com a ação de fritar um ovo. Talvez “chupar uma bala” seja mais entendível para os que não são ligados em cozinha!

Como chupar uma bala



Como funciona a grande falha do DNS

28 01 2009

Artigos muito interessantes postados no blog O SysAdmin. A didática é excepcional; tenho que tirar o chapéu ao autor. Seguem:

http://osysadmin.blogspot.com/2008/07/como-funciona-grande-falha-no-dns-parte.html

http://osysadmin.blogspot.com/2008/07/como-funciona-grande-falha-no-dns-parte_30.html

http://osysadmin.blogspot.com/2008/08/como-funciona-grande-falha-no-dns-parte.html



Monte Grappa

27 01 2009

Há 2 anos e meio estava em Monte Grappa, palco de 3 batalhas da Primeira Guerra Mundial. Hoje, há neste monte, um cemitério militar em homenagem aos soldados mortos nessas batalhas. Foi o local que mais me tocou em minha visita ao país de minhas origens. Fotografei algumas frases que estão em alguns mármores por lá. Ponho-as na íntegra e também traduzidas.

E per la forza di una parola io ricomincio la mia vita. Sono nato per conoscerti, per chiamarti Libertà.

Cessate di uccidere i morti, non gridate più, non gridate se li volete ancora udire, se sperate di non perire.
Hanno l’impercettibile sussurro, non fanno più rumore del crescere dell’erba lieta dove non passa l’uomo.

… la mia sorte sembra ormai decisa. Le ore che forse ancora mi rimangono sono poche. Esortate tutti i miei compagni affinchè mai abbandonino la giusta via. … Lettera di Marco Citton, 19 anni, fucilato il 20 agosto 1944.

E pela força de uma palavra eu recomeço minha vida. Eu nasci para conhecer-te, para chamar-te de Liberdade.

Pare de suicidar os mortos, não grite mais, não grite se deseja ainda ouvir, se espera não perecer. Eles têm o sussuro imperceptível, não fazem mais rumores do crescer prazeiroso da erva onde não passa o homem.

… a minha sorte agora parece determinada. As horas que talvez ainda me restam são poucas. Digam a todos os meus companheiros que nunca abandonem o caminho correto. … Carta do Marco Citton, 19 anos, fuzilado em 20 de agosto de 1944.



Quem fixa os preços?

26 01 2009

Esses tempos aprendi umas coisas muito interessantes em minhas leituras:

Primeiro aprendizado: O consumidor é quem fixa o preço da última inovação da Sony e do picolé da sorveteria da esquina. Não é exatamente assim, mas essa diretriz tem grande percentual de exatidão. Leia o artigo na íntegra.

Segundo aprendizado: Qual é o desejo real de nossos consumidores? É praticamente uma grande incógnita, quase real, mas com uma bela resposta a ser dada. Leia o artigo na íntegra.

Terceiro aprendizado: O poder de compreender o que os consumidores não querem. Esse foi fantástico e conta como foi criado o “quase” refrigerante H2OH. Leia o artigo na íntegra.



O primeiro passo para um mundo maior

23 01 2009

É bastante comum ao fazer menção a alguma notícia colocar alguma comparação a uma citação conhecida, como uma música ou um pensador ou, nesse caso, um filme. Assim como Luke Skywalker ao conseguir pela primeira vez usar “a Força”, em um dos primeiros treinamentos a bordo da Millenium Falcon, ouviu de seu mestre Obiwan Kenobi que esse era seu primeiro passo para um mundo maior, foi exatamente o que pensei que estaria acontecendo no seguinte caso.
A preferência por Software Livre no governo está longe de se tornar uma realidade, apenas algumas iniciativas isoladas e alguns órgãos realmente estão fazendo alguma coisa, como já relatei nesse post. O programa foi lançado mais como propaganda do que como diretriz, mas alguns órgãos, muito por conta de restrições orçamentárias, começaram a se mexer.
Apesar de se tratar de uma diretriz do Poder Executivo, alguns tribunais já começaram a aderir à iniciativa. O Supremo Tribunal Federal, recentemente, criou o Núcleo de Software Livre e Padrões Abertos para estudar a questão e algumas decisões importantes foram tomadas. Uma, que deve beneficiar qualquer instituição com necessidades parecidas em termos de software, é a de disponibilizar alguns dos softwares desenvolvidos na casa com licença GPL no Portal de Software Livre do Governo Federal, possibilitando a economia com equipe de desenvolvimento interno sem qualquer custo para quem resolver adotar a solução proposta.
Outra decisão importante, que é justamente o motivo deste post, é a primeira tarefa já definida para o Núcleo, é o estudo para substituição da suíte de escritório, atualmente o MS Office 2003, por uma de código aberto, a solução escolhida foi o BrOffice.org, nome do projeto OpenOffice.org no Brasil. Alguns parâmetros foram passados para que a mudança fosse o menos sentida possível pelo usuário final, como o levantamento de todas as funcionalidades em uso com a atual suíte. Não poderá haver perda de funcionalidade, o que significa manter licenças proprietárias onde a nova suíte não puder atender plenamente o usuário.
A substituição na área de TI já está definida, as outras áreas deverão ainda passar por estudos mais profundos para evitar resistências e retorno à suíte em uso após a mudança. O caso servirá como piloto para as mudanças nas outras áreas.
A mudança parece tímida, mas para uma casa tão tradicional e onde a cultura leva muito tempo para se adaptar a qualquer mudança, já será um grande impacto. E como o Supremo tem grande influência, muito por sua posição de corte suprema, entre outros tribunais, alguns até que já começaram essa migração, a tendência de que o movimento se espalhe é bastante razoável. A suíte de escritório é apenas o começo, a intenção do Núcleo é o estudo para substituição de qualquer aplicação de licença proprietária por solução de código aberto, servidores, bancos de dados, CMS, ambiente de desenvolvimento entre outras. A linguagem para desenvolvimento de novas aplicações foi padronizada e a escolhida foi o Java, as aplicações na intranet serão migradas, provavelmente para PHP, já há algumas aplicações que utilizam o MySQL e o PostgreSQL como banco de dados, o controle de versão dos softwares e documentos está sendo migrado para o SubVersion e alguns servidores já usam Linux, o Fedora para minha felicidade. Realmente, esse é o primeiro passo para um mundo maior, muito maior…

Esse post é obra de Túlio Macedo. Acho que o pensamento do cidadão não está “fora-do-ar”.



O exemplo do pianista

22 01 2009

Esse é bem motivador. Fonte: Portal Administradores

Desejando encorajar o progresso de seu jovem filho ao piano, uma mãe levou seu pequeno filho a um concerto de Paderewski. Depois de sentarem, a mãe viu uma amiga na platéia e foi até ela para saudá-la. Tomando a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito: “PROIBIDA A ENTRADA”.
Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá. De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no centro do palco. Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de “Cai, cai, balão”.
Naquele momento, o grande mestre de piano fez sua entrada, rapidamente foi ao piano, e sussurrou no ouvido do menino:
- Não pare, continue tocando.
Então, debruçando, Paderewski estendeu sua mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa.
O público estava perplexo.

O que podemos conseguir sozinho mal vale mencionar. Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluida.
Assim, como o verdadeiro líder não pode ter receio de ensinar o colaborador não pode temer a ousar. Não existe mais espaço para gestores que não sejam instrutores de seus próprios colaboradores e não há mais espaço para colaboradores que não estejam dispostos e abertos a novos ensinamentos.
O gestor deve ser capaz de perceber em segundos, como fez Paderewsk, as habilidades naturais de cada componente de sua equipe. Deve ter a capacidade de fazer com que as pessoas se apaixonem por desafios e os colaboradores devem ter a coragem para ousar. Ele deve ser capaz de fazer com que seus colaboradores acreditem que possam fazer até mesmo o que para eles parecia ser impossível, inspirando-se no exemplo do pequeno pianista.
Enfim, o gestor deve ser capaz de transformar cada tarefa em um objetivo comum, encorajar seus colaboradores a assumir riscos e vencer desafios, ensinando-os a conviver com as adversidades, encorajando-os a superar dificuldades.



Resolução 3.518/07 CMN

21 01 2009

Síntese da Resolução 3.518/07 da CMN que trata das tarifas bancárias (entenda aqui EXPLORAÇÃO BANCÁRIA).

Regra válida a partir do dia 30 de abril de 2008.
Periodicidade de reajuste: 180 dias após o primeiro reajuste.
A nomenclatura e a sigla das tarifas bancárias deverão ser a mesma para todas as instituições bancárias.

TABELA DOS SERVIÇOS ESSENCIAIS (GRATUITOS)

Conta-corrente:

  • fornecimento de cartão de débito (exceto em caso de reposição a pedido do cliente, como perda do cartão);
  • até dois extratos por mês no terminal de auto-atendimento;
  • proibição da cobrança pela realização de depósitos;
  • proibição da cobrança pela emissão de cheques independente de valor alto ou baixo;
  • duas transferências de dinheiro na mesma instituição por mês (guichê, terminal de auto-atendimento ou internet);
  • compensação de cheques;
  • consultas por meio da internet;
  • fornecimento de extrato consolidado discrimando as tarifas cobradas no ano anterior (até o dia 28 de fevereiro de cada ano);
  • Proibido cobrança de tarifas quando há insuficiência de saldos.

Conta poupança:

  • fornecimento de cartão para movimentação da conta (exceto em caso de reposição a pedido por cliente, como perda do cartão);
  • até dois saques por mês (guichê ou auto-atendimento);
  • até duas transferências para conta de depósitos de mesma titularidade;
  • fornecimento de até dois extratos contendo a movimentação do mês;
  • realização de consultas por meio da internet;
  • fornecimento de extrato consolidado, mês a mês, com as tarifas cobradas no ano anterior.

TABELA DOS SERVIÇOS QUE PODEM SER COBRADOS (SERVIÇOS PRIORITÁRIOS):

  • Taxa de cadastro (para início de relação com a instituição, limitando-se a despesas como tx de consulta spc/serasa e as decorrentes exclusivamente da efetivação do cadastro);
  • Renovação de cadastro (máximo duas vezes por ano);
  • 2ª via de cartão de débito (a pedido do cliente);
  • 2ª via de cartão de poupança (a pedido do cliente);
  • exclusão do cadastro de emitentes de cheques sem fundo – CCF;
  • Sustação de cheques;
  • Folha de cheque acima da décima folha no mês;
  • Cheque administrativo;
  • Cheque de transferência bancária;
  • Cheque visado;
  • Saques acima do quarto no mês;
  • Depósito identificado;
  • Extrato (acima de quatro por mês);
  • Extrato de movimentação por período (acima de dois por mês);
  • Microfilme;
  • Transferência de recursos (DOC e TED);
  • Transferência de recursos agendada (DOC e TED);
  • Transferência de recursos na própria instituição (acima de quatro por mês);
  • Ordem de pagamento;
  • Adiantamento do depositante (informações para o correntista que precisa de crédito para cobrir saldo devedor)

ITENS INCLUSOS NO PACOTE BÁSICO DE SERVIÇOS QUE OS BANCOS DEVEM DISPOR AO CLIENTE:

  • confecção de cadastro para início de relacionamento;
  • renovação de cadastro (duas vezes ao ano);
  • saque em agência, terminal eletrônico ou correspondente bancário (oito por mês);
  • extrato (quatro por mês);
  • extrato do mês imediatamente anterior (dois por mês);
  • transferência entre contas da mesma instituição (quatro por mês).

Leia a resolução na íntegra.



Toda equipe possui águias, macacos e ratos. Em qual perfil você encaixa?

20 01 2009

Esse é o título de uma notícia (parece mais um artigo do que uma notícia) publicada no Portal Administradores.

Ela quebra o gelo sobre as funções de cada indivíduo dentro da organização. Você é águia, rato ou macaco, pergunta o autor? Esse questionamento vai diretamente às nossas atitudes quanto participantes seja de uma corporação, equipe ou até mesmo de nossa família.

Leia o artigo na íntegra.



Livre-se do lixo

19 01 2009

Pesquisas mostram que um em cada três e-mails que chegam à sua caixa postal é spam. Esse lixo eletrônico pode custar anualmente para as empresas R$ 1.500 por funcionário, de acordo com os dados da Nucleus Research, consultoria especializada em tecnologia e mercado financeiro. Em um levantamento feito com 849 usuários de e-mail corporativo nos Estados Unidos, a consultoria concluiu que o número de mensagens consideradas lixo eletrônico chega a 66%. Como resultado desse volume, os usuários gastam 16 segundos identificando e apagando cada mensagem indesejada, o que representa, de acordo com a consultoria, um custo anual de US$ 70 bilhões somente nos Estados Unidos. No Brasil, não se tem idéia de quanto é gasto em tempo e dinheiro para apagar essas mensagens. Mas, com certeza, seus funcionários perdem muito com isso. Portanto, vale a pena ter em sua empresa softwares que barrem a entrada desse tipo de mensagem.

Encontrados em caixinhas ou nos sites dos fabricantes para download, os programas antispam são fáceis de se usar. Muitas vezes eles estão atrelados aos softwares antivírus por uma questão simples: as mensagens indesejadas podem estar repletas de pragas cibernéticas. Nesse tipo de programa você pode classificar em listas as palavras-chave que considera mais ou menos nocivas ao seu computador. Por exemplo, palavras como ‘pornô’ podem ir direto para a lista negra. Nas listas brancas você pode colocar os endereços de e-mail que julga confiáveis e, na lista de quarentena, os e-mails suspeitos de serem spams.

Alguns softwares já fornecem listas negras predefinidas e atualizáveis, o que facilita a vida. ‘O antispam não pode ser um empecilho para o usuário. Ele deve apenas se limitar a classificar o que é spam ou não e não deixar que nenhum e-mail importante se perca’, afirma Fabiano Sabha, consultor da M&F Informática, especializada em segurança da informação.

Mesmo existindo versões gratuitas de alguns programas, muitas empresas optam por fabricantes que cobram pelo serviço. ‘O custo de um dia sem trabalho por causa de algum vírus mandado por spam é maior do que o valor que gastamos em um ano pelo serviço de prevenção’, afirma Mervyn Lowe, presidente da empresa de softwares educacionais Prodigy 3D. De acordo com Lowe, a empresa gasta R$ 2.500 por ano com os programas antispam. ‘Com segurança não podemos brincar’, diz.

Fonte: Administradores.com.br



O líquido mais caro do mundo

16 01 2009

Essa eu tive de publicar. Fiquei espantado.
Você sabe o que custa entre R$ 6 mil e R$ 14 mil o litro e não serve para beber?
Resposta: tinta de impressora.

Você já tinha feito o cálculo? Algumas vezes, pode ser mais compensador trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos. Um cartucho HP com 10 ml de tinta custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. Só para comparação, Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. A Lexmark vende um cartucho com 5,5 ml de tinta colorida por R$ 75,00. Fazendo as contas, paga-se R$ 13.575,00 por um litro de tinta colorida! Com esse valor, é possível comprar aproximadamente 300 gramas de ouro, três TVs de plasma de 42 polegadas, 1 Uno Mille 2003, 45 impressoras que utilizam esse cartucho, 4 notebooks ou 4 micros Intel com 256 MB.

Com toda a verba de um cartuchinho desses (um litro custa segundo uma fonte R$ 13.575,00) poderíamos comprar:

  • 2.262 garrafões de água mineral de 20 litros; ou
  • 300 gramas de ouro; ou
  • 3 televisores de plasma de 42″ da Sony; ou
  • 1 Uno Mille Fire 2003; ou
  • 45 impressoreas jato de tinta; ou
  • 4 notebooks HP Pavillion; ou
  • 4 IMAC MA876LL Apple; ou
  • 7 Quad Core 2.40; ou
  • 10 Core 2 Duo TV 2.53; ou
  • 5 Sony Vaio prata VGN-NR260AN

Fonte: Desafio21 e Fórum PCs



Aprenda com exemplos ruins

15 01 2009

Eu, como grande parte dos brasileiros, já fui cliente de muitos bancos. Atualmente quem me atende é o Unibanco. Nunca tive muitos problemas com ele, mas resolvi contar o que aconteceu na semana passada porque acredito que devemos aprender com os erros dos outros. No final do meu relato listo algumas lições aprendidas com esta história.

Possuo um cartão de crédito do Unibanco que utilizo desde 2005, fazendo compras com ele praticamente todos os meses desde que o recebi. Nunca perdi ou tive meu cartão roubado, e a fatura sempre foi paga em dia. Nunca nem mesmo uma compra errada foi incluída por engano em minha fatura. Para minha surpresa, recebi um telegrama do banco com o seguinte texto:

“Nosso sistema de prevenção detectou risco de fraude em seu cartão Unicard Visa.
A Unicard, preocupada com a sua comodidade e segurança na utilização, providenciou o envio de um novo cartão que será entregue em até 10 dias úteis, ao recebê-lo entre em contato com a Central de Atendimento para desbloqueá-lo.”

Me pareceu grave e liguei imediatamente para a Central. Logo imaginei que alguém fez ou tentou fazer uma compra utilizando um cartão clonado ou mesmo o número do meu cartão. Ou pior, algum hacker se apoderou dos meus dados e está fazendo compras internacionais caríssimas que eu não poderei pagar.

Ao ser atendido na Central, expliquei meu problema e fui transferido para o setor responsável. Contei novamente meu problema à atendente e informei sobre a correspondência que recebi. O primeiro sinal de que a experiência seria ruim foi notar que a atendente estava sem paciência e parecia querer encerrar logo a ligação. Indaguei sobre o tal “risco de fraude”, e fui informado que é o risco de alguém fazer, no futuro, compras indevidas usando meu cartão. Uau! Mais óbvio impossível.

Certo, mas por que foi detectado este risco no meu cartão? Não houve resposta. A atendente conferiu comigo as últimas compras realizadas. Nada de errado. Perguntei novamente sobre o “risco de fraude”, e a atendente apenas repetiu o que me havia dito (provavelmente era a única informação que ela tinha, mesmo). Pedi para falar com o setor responsável, e fui informado que era um setor restrito e que eu não poderia falar com eles. Genial.

Então quer dizer que meu cartão de crédito corre um “risco de fraude” mas o banco não pode me explicar qual risco é esse? Sim. Aleguei que todo cartão de crédito possui risco de fraude, e a atendente me desafiou. Eu pagaria possíveis compras fraudulentas feitas com meu cartão? Retruquei na mesma moeda: o banco me garante que meu novo cartão não terá “risco de fraude”? Silêncio do outro lado da linha.

Agora a melhor parte: a atendente me informa que o meu cartão foi bloqueado e que eu devo aguardar o novo cartão, que chegará em até 10 dias úteis. Caso eu queira fazer alguma compra nesse meio tempo deverei ligar na central e solicitar o desbloqueio, fazer a compra e depois solicitar o bloqueio. E quem vai pagar minha conta de telefone?

Releio a correspondência do banco com um suspiro. “A Unicard, preocupada com a sua comodidade…”. Claro que sim. É muito cômodo ter que desbloquear meu cartão por telefone sempre que quiser utilizá-lo.

Tentei negociar outras soluções, mas não foi possível. O remédio era apenas aguardar a entrega do novo cartão. A atendente finaliza a ligação com a frase “posso lhe ajudar com mais alguma coisa?”. Me ajudar? Mas o banco só atrapalhou minha vida!

Ontem meu novo cartão chegou pelo correio. A primeira frase da carta é “Estamos atendendo a sua solicitação de emissão do seu cartão Unicard.”. Só rindo, mesmo.

Lições:

1. Tenha a melhor equipe de atendimento ao cliente possível - quem fala diretamente com seu cliente deve ser alegre, solícito, responsável e, principalmente, paciente. É a imagem da sua empresa que está em jogo. Contrate os melhores e os remunere justamente.

2. Dê informações claras ao seu cliente - se há algum problema conte tudo ao seu cliente. Ele pode não gostar do que vai ouvir, mas pelo menos terá a imagem de que sua empresa é honesta e se preocupa com ele.

3. Tenha especial cuidado com a comunicação com seus clientes - se o seu cliente não solicitou um novo cartão, não diga isso a ele. Mantenha seu banco de dados atualizado com a situação de cada cliente, e tenha uma correspondência diferente para cada situação.

4. Reconheça seus erros e não atrapalhe a vida do cliente - pior que um fornecedor ruim é um fornecedor que atrapalha a vida. Se perceber que errou, faça o que for preciso mas não atrapalhe seu cliente.

Fonte: Portal Administradores



O ciclo de vida de um projeto

14 01 2009

O Gerenciamento de Projetos hoje é uma disciplina interessante; diria eu que o mesmo é imprescindível. Para os conhecedores das teorias do PMI ou para quem já leu o PMBOK sabe do que estou falando. Agora, para quem quer rir um pouco, tenho um ciclo de vida interessante e um tanto cômico que vi no risada.com.

O ciclo de vida de um projeto
1. Entusiasmo
2. Desilusão
3. Pânico
4. Busca dos culpados
5. Punição dos inocentes
6. Honra e glória aos não participantes (no final quem não tem nada a ver com o projeto é que salva)
7. Os inocentes que não foram mandados embora assumem a manutenção do projeto



Língua Portuguesa

13 01 2009

Essa é profunda. Achei no blog do Pretinho Básico.

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:

Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:
A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua
pontuação. E isso faz toda a diferença.



Cheque sua evolução na carreira

12 01 2009

Há um certo tempo fiz a leitura de um material intitulado “Cheque sua evolução na carreira”. É um auto-questionamento interessante. Nunca mais esqueci da primeira pergunta. Seguidamente repito ela para outras pessoas que me cercam, buscando que elas avaliem como está o seu rendimento na função que ocupam. Eis a seguir:

1. Você seria contratado para o cargo que ocupa hoje?
Até para continuar no mesmo cargo você precisa evoluir. Se o mercado gera novas demandas, a tecnologia se renova todo dia e sua empresa é obrigada a manter-se atualizada, por que o seu cargo permaneceria igual?
2. Como você está onde está?
Faça um balanço do período em que ocupa a função atual. Você acha que tem aproveitado todas as oportunidades de desenvolvimento que surgiram? Está realizando tudo que poderia realizar? Pense bem, pois, enquanto você ainda tiver possibilidades de crescimento na função que exerce hoje, talvez seja cedo para sair dela.
3. Você tem competência para ocupar o lugar do chefe?
Vamos imaginar que seu chefe ficasse temporariamente afastado do trabalho – por motivos de saúde, por exemplo. Você estaria preparado para ocupar o lugar dele? Saberia como lidar com as pressões do cargo e as cobranças dos superiores por resultados? Como faria para manter sua equipe de trabalho motivada? Estaria à altura das responsabilidades da função? Que competências você teria de possuir para dar conta do recado?
Colocar-se no lugar do chefe é um bom exercício para desenvolver-se na carreira. Faz você olhar com olhos de aprendiz para os seus superiores (em vez de muitas vezes reclamar deles) e identificar o que lhe falta para ocupar um cargo do mesmo nível.

Fonte: Administradores



Maus chefes deixam subordinados doentes

9 01 2009

Os líderes têm grande impacto na produtividade da empresa e na
satisfação de seus profissionais, o que pode ajudar a manter os
melhores empregados. Os funcionários sob as ordens de chefes
“emocionalmente” inteligentes são mais eficientes, mais produtivos e
gozam de melhor saúde do que aqueles que têm chefes “medíocres”. Além
de provocar estresse no trabalho, estes últimos podem aumentar os
riscos de seus empregados sofrerem de hipertensão ou ataques cardíacos.

A constatação foi divulgada pelo psicólogo e assessor de recursos
humanos norte-americano Kenneth Nowack durante recente conferência do
Colégio Oficial de Psicólogos de Madri. Para Nowack, que é membro do
grupo de pesquisa de inteligência emocional, que tem como referência o
pesquisador Daniel Goleman, existe uma íntima relação entre a saúde dos
funcionários e o desempenho de suas funções.

“Os empregados expostos à um estresse prolongado causam mais baixas
às empresas e são menos produtivos”, destacou Nowack que, entre outros
motivos, atribui essa enfermidade ao fato de terem chefes
“inadequados”. Em sua opinião, os líderes das empresas e sua
inteligência emocional têm um “grande impacto” na produtividade e
satisfação de seus profissionais, ao mesmo tempo que são capazes de
reter os talentos dentro da companhia.

Os profissionais comandados por chefes “emocionalmente” inteligentes
são “mais competentes e refletem menos estresse no trabalho”, ao
contrário daqueles dirigidos por chefes “mais pobres”, que confessam
sua intenção de abandonar a empresa em menos de um ano. Em números, os
grupos de trabalho mal-geridos são, em média, 51% menos produtivos e
44% menos rentáveis do que os que são bem-dirigidos.

Aumento do estresse

O pesquisador apontou, entretanto, que o estresse deve ser avaliado
individualmente, uma vez que a percepção das situações de estresse
diferem de indivíduo para indivíduo. O mesmo se passa com a capacidade
de liderança, impulsionada “pela genética em um terço dos fatores que a
determinam”. “Há líderes naturais que mantêm seus empregados em uma
atitude ativa”, acrescentou Nowack, afirmando ainda que um novo âmbito
da pesquisa poderá estabelecer se existe “uma biologia da liderança”.
Nessa linha de pensamento, explicou que há um hormônio, a oxitocina,
mais abundante em mulheres que têm filhos, que estimula a participação,
a sociabilidade e o trabalho em equipe.

Todavia, não apenas os líderes com menor inteligência emocional
provocam estresse - e a conseqüente perda de rendimento no trabalho - ,
uma vez que há também outros fatores que podem influenciar a
personalidade dos profissionais, tais como a falta de exercícios
físicos, uma má alimentação, as relações de trabalho ou as condições do
sono. “Se você dormir duas horas a menos do que você necessita, sua
capacidade de concentração e trabalho será afetada consideravelmente”,
assegurou o pesquisador.

Fonte: Administradores



Porque linux é melhor?

8 01 2009

O original é em inglês (http://www.whylinuxisbetter.net), mas a síntese é em português:

  • Esqueça os vírus.
  • Seu sistema é instável?
  • O Linux protege seu computador.
  • Não pague US$ 300 pelo seu sistema operacional.
  • Liberdade.
  • Quando o sistema é instalado, por que você ainda precisa instalar coisas?
  • Atualize todos seus programas com um simples clique.
  • Por que copiar programas ilegalmente se você pode conseguí-los de graça?
  • Precisa de programas novos? Não se aborreça procurando na internet, o Linux pega para você.
  • Salte para a próxima geração de desktops.
  • Sua vida digital parece fragmentada?
  • Escolha o visual da sua área de trabalho.
  • Por que seu Windows fica mais lento dia após dia?
  • Desfrute de suporte grátis e ilimitado.
  • Muitas janelas? Use desktops virtuais.
  • Relatando bugs.
  • Cansou de reiniciar seu computador toda hora?
  • Deixe seu computador velho ter uma segunda vida.
  • Use MSN, AIM, ICQ, Jabber com um único programa.
  • Jogue centenas de jogos de graça.
  • Ajude outros países, inclusive o seu.
  • Tenha um ótimo tocador de músicas.
  • Fique de olho no tempo.


59 GB

7 01 2009

Essa foi engraçada… Coletei de uma das minhas leituras pela internet… Acho que o cara tinha bebido ou fumado além da cota…

De repente, nossa sala é invadida por um colega da rede:
- Que arquivo é esse ‘resultado’ de 59 Giga?
Eu começo a dar um less nele… Parece um cat de uma porção de arquivos juntos… Até que um amigo meu se manifesta…
- Foi um ‘grep -ri’ que eu fiz.
- Pô, mas você procurava o quê?

servidor:/var/www# du -hc resultado
59G resultado
59G total



Desperdício e burice alheia

6 01 2009

Esse foi um post que acabei lendo nas férias. Ele é perfeito e serve como crítica construtiva para vários eventos de nosso dia-a-dia: nosso local de trabalho, o supermercado, a fila de matrículas da faculdade e tantos outros locais onde acontecem tarefas, sejam elas as mais variadas. Segue a narrativa:

Sistema Toyota, Desperdício e a Burrice Alheia

Dia 9 de janeiro fui trocar a panificadora que havia ganho de natal. Minha cozinha é toda 220V (herança da época que morei em Santa Cruz) e havia ganho a panificadora em 110V.
Pedi a nota e fui diretamente ao BIG. Se você é um fanático por Lean, pare agora. Esse post pode ser extremamente perigoso. Tenho certeza que se o Sr. Toyota estivesse lá comigo, iria ter passado mal naquele ambiente insalubre.
Antes de entrar na parte do Lean, deixe-me narrar a minha via-crucis. Tudo começou quando me enviaram para o SAC. Havia duas pessoas na minha frente.
Da primeira não consegui ouvir nada. Só a ouvia balbuciar coisas do tipo “é má-vontade delas, é má-vontade delas”.
O problema foi a próxima pessoa na fila. Infelizmente, ouvi todo o diálogo. Ele queria trocar um aparelho sem nota e a gerência insistia (obviamente) que isso era um passo necessário. Foi quando a conversa começou a tomar outro rumo:
- Mas vocês não podem achar no sistema aí? A compra ocorreu no dia dia 27 de dezembro.
- Se foi no dia 27 de dezembro, o senhor está fora dos 7 dias. Só trocamos se for dentro de 7 dias corridos.
- Será? Deixa eu ver. 28, 29, 30, 31, … E começou a usar os dedos para conseguir contar.
Foi quando quase pulei no pescoço dele e gritei “Sr. Anta. Hoje é dia 9! É óbvio que se a compra foi no mês passado, já se passaram mais do que 7 dias!”
- 32, 33,..
32? 33? Minha nossa. Ele realmente tem problemas sérios, pensei…
- Opa, me perdi. 27, 28, 29, 30, 31, 1, 2, … É. Passou mais do que 7 dias. Mas não tem outra solução?
E o papo prosseguiu. Impressionante a calma da atendente. Ela realmente está de parabéns.
Quando chegou a minha vez, tudo correu bem. O atendimento foi muito bom, mesmo depois dela ser bombardeada com tanta burrice.
Mas agora começa o problema de desperdício. Vou relatar rapidamente o caminho que minha troca tomou:
1) A troca é aprovada no SAC. O atendente revisa a caixa, verificando se tudo estava lá. Sou enviado ao Setor de Informações.
2) No Setor de Informações, a caixa é novamente inspecionada. Entrego o canhoto de aprovação de troca, que não passa de um rabisco dizendo “Troca por voltagem. SAC”. A atendente chama a gerente que, por sua vez, aprova mais uma vez a troca. Sou dirigido a outro atendente.
3) O atendente revisa novamente a caixa e a assinatura do gerente e me entrega um canhoto, que me dá um crédito do valor da panificadora para ser usado em qualquer produto. Me dirijo ao setor de eletrodomésticos (que estava numa feira).
4) Encontro a panificadora, peço o aparelho em 220V e o coloco no carrinho. Vou em direção ao caixa.
5) Há 6 caixas. Apenas um está ocupado. “Oba, sem fila”, penso imediatamente. O caixa escaneia o produto, pede o crédito e me entrega um cupom fiscal.
- O senhor deve ir agora para o balcão de Nota Fiscal.
6) Há 3 pessoas atendendo. Uma fila de 7 pessoas. Quando chega a minha vez, a atendente tem que encontrar no sistema, pelo cupom fiscal, o pedido. Há uma certa demora “devido ao sistema lento”, como ela faz questão de ressaltar. Quando o pedido é encontrado, a nota é impressa e entregue.
7) Na saída, um segurança analisa a nota, olhando a descrição do produto, e me deixa ir embora.
Três horas depois estou em casa, com a panificadora em mãos.
Você se deu conta no número de desperdícios que essa minha trajetória no BIG possui? Umas das bases do STP (Sistema Toyota de Produção) é encontrar os desperdícios e diminuí-los, geralmente encontrando o Heijunka (nivelamento ideal de trabalho).
Vou colocar algumas ações que poderiam ser feitas para diminuir o desperdício:
1) Ter uma forma única de garantir que a caixa foi inspecionada. Uma forma simples seria atribuir ao SAC a responsabilidade de depositar a caixa inspecionada em um local e dar o comprovante de inspeção ao cliente. A caixa terá que ir a um local de redistribuição de qualquer forma (a minha caixa, depois de ter sido inspecionada 300 vezes, certamente foi para um local desse tipo). Só essa simples ação ganharia um tempo incrível. Sempre que o cliente sai com a caixa em mãos, uma nova inspeção terá que ser feita, pois a caixa sai da “zona de controle”.
2) Há um disperdício enorme no caminho Caixa – Emissão de Nota Fiscal. Aqui o conceito de Heijunka é essencial. Depois de receber minha nota fiscal, fiquei rabiscando em um bloquinho o movimento de clientes indo ao caixa e ao balcão de emissão de NF. Depois do segurança me olhar feito pela quinta vez e chamar reforço (provavelmente achando que eu estava planejando um assalto), decidi ir embora. Mas ficou claro que 5 caixas completos (que entreguem a nota fiscal junto) fariam com que não existisse fila naquele momento. O cliente só precisaria passar no caixa, onde receberia o cupom e a nota fiscal ao mesmo tempo. O desperdício que existe com o tempo do sistema de notas encontrar o cupom fiscal, etc, seria aniquilado. Além do mais, o nivelamento do trabalho torna-se muito mais simples (uma única base de trabalho). E se quisessem continuar com essa divisão absurda (pagamento – emissão de nota fiscal na feira de eletrônicos em que 100% dos produtos exije NF), o óbvio (e o mínimo) seria parar durante umas três horas analisando o movimento e achar o nivelamento. Por alto, meu cálculo foi para 3 caixas e 6 pessoas emitindo NF (exatamente o oposto de como foi feito).
3) Se o passo 2 for feito de forma correta (5 caixas que emitem cupom e nota fiscal), sobram 4 pessoas para ou liberar (reduzindo custos) ou transferir para outros setores onde a experiência do cliente poderia ser melhorada.

Vou parando por aqui, para que o post não fique gigante e monótono, embora tenha mais, no mínimo, 5 outras sugestões para melhoria dos desperdícios e do nivelamento do trabalho. Mas o mais importante consegui destacar.
E você? Já analisou os desperdícios no seu setor hoje?
Dr. Zambol

Fonte: Tribo do Mouse.



426 em 500

5 01 2009

Estava a navegar em alguns blogs tecnológicos para manter a constante atualização que a faculdade não propiciou e encontrei um artigo/notícia muito interessante e não pude deixar de compartilhar. Essa informação é, de certa forma, preciosa, visto que temos aqui um indicador de 85,2%. Para complementar, encontrei no br-net.org, outro artigo questionando a viabilidade de Linux apresentando um benchmarking de desempenho para o serviço de DNS do root-server F (f.root-servers.net). O Windows ficou bem atrás do Linux e do Unix. O texto publicado pelo Internet Systems Consortium pode ser visto na íntegra em http://new.isc.org/proj/dnsperf/OStest.html. Seguem as notícias/artigos:

Esta á a lista com os 500 computadores mais rápidos do mundo, atualizada em Novembro de 2007.
Operating system Family Count Share % Rmax Sum (GF) Rpeak Sum (GF) Processor Sum
Linux 426 85.20 % 4897046 7956758 970790
Unix 30 6.00 % 408378 519178 73532
Mixed 34 6.80 % 1540037 1900361 580693

Benchmarking de Sistemas Operacionais do Internet Systems Consortium para o serviço de DNS do root-server F
- Linux Gentoo 2.6.20.7 - 93 mil/s
- Linux Fedora Core 2.6.20.7 - 87 mil/s
- FreeBSD-7-CURRENT 200708 - 84 mil/s
- Solaris-10 DevelExpr 5/07 - 50 mil/s
- NetBSD-4.0-Beta 200708 - 42 mil/s
- OpenBSD 4.1-snap-20070427 - 25 mil/s
- Windows 2003 Server - 22 mil/s
- Windows XP Pro64 5.2.3790 SP2 - 20 mil/s

Links:
http://www.midstorm.org/~jalexandre/blog/2007/11/27/426-em-500-e-queremos-mais/
http://br-net.org/post/linux-solucao-viavel-ou-recomendavel
http://new.isc.org/proj/dnsperf/OStest.html